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Atabrantes Rádio Rock Brasil

Programação
das 8:30 às 21:00

Segunda Clássica

Dos anos 50 aos 2000
Os clássicos que moldaram gerações!
O som de seis décadas de atitude, poesia e rebeldia.

Terça Sem Lei

Do rock brasileiro ao gringo, do clássico ao underground, do HardCore ao Pop Rock. Uma mistura insana de riffs, distorções e atitude!

Quarta Novos Sons

Fita Demo e Novos Sons
As Fitas demo que lançaram bandas e as bandas que estão fazendo barulho no underground tocam aqui!

Quinta TBT

A Nostalgia do passado
Relembrando as bandas que marcaram época, e que o tempo quase esqueceu!

Sexta do Ouvinte

As músicas que você pediiu em nosso site durante a semana, chegam direto para nossa playlist de sexta feira!

De Segunda a Sexta Das 21:00 às 00:00
A hora do Aloisio

Um MIX do melhor do Rock.

Do Metal ao Psicolélico.

Novidades e os Clássicos.

Tudo numa sequência para você ouvir.

Fins de Semana Das 09:00 às 00:00
André na Estrada

Um MIX do melhor do Rock.

Rock Clássico manda no pedaço.

Uma sequência para você curtir  Fim de Semana.

A história do Rock no Brasil

Anos 1950
As primeiras batidas do rock no Brasil

O rock chega ao Brasil na esteira do sucesso de Elvis Presley, Bill Haley e Little Richard. O estilo desembarca por aqui com o nome de “iê-iê-iê”, e começa a ser difundido por programas de rádio e televisão. O primeiro sucesso considerado “rock brasileiro” foi “Rock Around the Clock” (versão em português, 1955) e canções de Celly Campello, como “Estúpido Cupido” (1959), tornaram-se símbolos da época.
Misturas musicais: o rock dessa fase mescla o rockabilly americano com baladas românticas e influências da música italiana e da bossa nova.

Anos 1960
Jovem Guarda e o rock romântico

A explosão do rock no Brasil vem com o movimento da Jovem Guarda, liderado por Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléa. Inspirados nos Beatles e em Elvis, criam um som mais leve, cantado em português e voltado ao público jovem.
Principais músicas: “Quero Que Vá Tudo pro Inferno”, “É Proibido Fumar” (Roberto Carlos), “Festa de Arromba” (Erasmo Carlos), “Ternura” (Wanderléa).
Misturas musicais: o rock se mistura ao romantismo da MPB e à música pop, inaugurando um estilo brasileiro próprio.

Anos 1970
O rock progressivo e o contracultural

Durante a ditadura militar, o rock brasileiro ganha caráter de contestação política e experimentalismo. Surge o rock progressivo e o rock psicodélico.
Bandas e artistas: Os Mutantes, Secos & Molhados, O Terço, Casa das Máquinas e Raul Seixas, este último um dos maiores nomes da década, com letras filosóficas e críticas sociais (“Maluco Beleza”, “Metamorfose Ambulante”, “Ouro de Tolo”).
Misturas musicais: rock é combinado com tropicalismo, MPB, folk, samba e música nordestina — especialmente por artistas como Gilberto Gil e Caetano Veloso.

Anos 1980
O boom do rock nacional

Os anos 80 marcam a era de ouro do rock brasileiro. Jovens influenciados pelo punk, new wave e pós-punk criam uma identidade urbana e politizada.
Bandas principais: Legião Urbana (“Tempo Perdido”, “Pais e Filhos”, “Será”), Titãs (“Sonífera Ilha”, “Polícia”, “Epitáfio”), Paralamas do Sucesso (“Meu Erro”, “Alagados”, “Vital e Sua Moto”), Barão Vermelho e Cazuza (“Pro Dia Nascer Feliz”, “Bete Balanço”), RPM, Ultraje a Rigor, Kid Abelha, Ira!, Engenheiros do Hawaii.

Misturas musicais: o rock dialoga com ska, reggae, punk, synthpop e música eletrônica, além de elementos da música brasileira urbana.

Anos 2010
Reinterpretação e resistência

O rock perde espaço para o sertanejo universitário e o funk, mas resiste em nichos.
Bandas e artistas: Scalene, Supercombo, Far From Alaska, BaianaSystem (misturando rock, axé e música eletrônica), Boogarins (rock psicodélico moderno).
Misturas musicais: o rock se une a ritmos regionais brasileiros, sintetizadores eletrônicos e sons alternativos — criando um novo experimentalismo tropical.

Anos 2020
Rock digital e o retorno da nostalgia

O rock brasileiro entra em fase digital, com bandas independentes e artistas solo lançando músicas pelas redes sociais e plataformas de streaming. Há uma nostalgia pelos anos 80 e 90, com revivals e festivais como o Rock in Rio e o Lollapalooza Brasil.
Artistas e bandas recentes: Lagum, Jovem Dionísio, Francisco, el Hombre, Duda Beat (pop-rock alternativo), Tuyo, Vespas Mandarinas.
Misturas musicais: fusões com trap, pop, indie, MPB e funk alternativo — o rock segue vivo, adaptando-se às novas linguagens.

Anos 1990
Diversificação e novas sonoridades

O rock nacional se fragmenta em subgêneros. O grunge, o hardcore e o pop rock ganham força.
Bandas de destaque: Raimundos (misturando rock com forró“Eu Quero Ver o Oco”), Planet Hemp (rock + rap e música eletrônica“Legalize Já”), Skank e Jota Quest (rock com reggae e soul), Charlie Brown Jr. (rock + hip hop + surf music“Proibida Pra Mim”).
Misturas musicais: intensas fusões com ritmos regionais, rap, funk carioca e música eletrônica, refletindo a diversidade cultural dos anos 90.

Anos 2000
A era independente e o rock alternativo

Com o avanço da internet, o rock ganha espaço fora das gravadoras. Bandas independentes como Pitty (“Admirável Chip Novo”), Detonautas, Fresno, NX Zero, CPM 22 e Los Hermanos (“Anna Júlia”, “Último Romance”) dominam as rádios.
Misturas musicais: o rock incorpora emo, hardcore melódico, samba e música eletrônica, criando sons híbridos e poéticos.

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